“Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.” (BNCC, 2017)
“Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.” (BNCC, 2017)
O uso do celular na sala de aula
Durante muito tempo se especulou sobre o uso dos celulares em sala de aula, por muitas vezes proibidos em sala de aula, porém com a Base, a escola tem um desafio de implementar o uso de ferramentas tecnológicas, sendo uma delas, os celulares.
Percebendo-se que a escola pública tem um déficit nesta questão de ferramentas tecnológicas, o uso do celular é um dos meios de comunicação que pode ser bem aproveitado e utilizado de forma a cumprir essa implementação de recursos tecnológicos. Por vez, vale salientar também que algumas escolas públicas adotaram a distribuição de tablets para alguns alunos, com aplicativos educacionais, para que por meio destes, o ensino aprendizagem de forma digital, seja progressivo e de fato implementado.
Porém, nem todas as escolas públicas participaram deste processo. E muitas, ainda não possuem tantas ferramentas digitais como forma de apoio para as aulas. Percebido isto, o celular é a forma mais acessível no momento, para esta forma de ensino. Observando o cenário atual, onde as aulas híbridas (também previstas na BNCC, como forma de ensino digital) se tornaram mais comuns, é importante perceber que celulares, são uma das formas mais utilizadas e acessíveis que alguns alunos possuem e que por vezes, estão funcionando.
Vlogs: Trata-se de um blog em que os conteúdos predominantes são os vídeos. A grande diferença entre um vlog e um blog está no formato da publicação: em lugar de publicar textos e imagens, o vlogger ou vlogueiro faz um vídeo sobre o assunto do qual quer tratar. O site que os internautas mais utilizam para publicar os seus vídeos é o YouTube.
Meme: O termo remete ao humor e é bastante conhecido e utilizado no "mundo da internet", referindo-se ao fenômeno de "viralização" de uma informação. Qualquer vídeo, imagem, frase, ideia, música que se espalhe entre vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade, se enquadra na definição de viralização. O meme pode ser um instrumento muito poderoso para falar sobre um assunto, podendo ser produzido pelos alunos para abordar um tema.
Podcasts: É como um programa de rádio, porém sua diferença e vantagem é o conteúdo direcionado. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender.Você pode explorar esse gênero em diversas áreas do conhecimento, ao colocar o aluno no centro do processo aprendizagem para produzir um conteúdo ou agrupar os alunos para que criem seus podcasts em conjunto.
Gifs: É um formato de imagem de mapa de bits muito usado para imagens fixas e criar animações. Você pode produzir gifs com seus alunos utilizando, por exemplo, o Scratch, que é um software livre de linguagem de programação por blocos, fácil e interativo.
Chats: Um bate papo em tempo real, conhecido pelas redes sociais. Um dos mais famosos é o TweetChat, no qual é possível produzir minicontos ou emitir diversas opiniões, com um limite de 280 caracteres.
Trailer autoral: Assim como o trailer convencional, é um videoclipe criado para anunciar um filme. No entanto, é geralmente produzido por leigos ou fãs de cinema e não pela indústria, o que faz com que os aspectos negativos prevaleçam nos comentários e cenas.
E-zine: É um fanzine, com características de uma revista temática e periódica, porém, distribuído pelos melos digitais (e-mail ou pela publicação em um site ou canal de vídeos).
Pastiche: Caracteriza-se como um texto literário escrito conforme o estilo de outro escritor consagrado. Porém, a função não é criticar o original, justamente o que diferencia o gênero da paródia, mas como uma forma de dar continuidade à história do ponto de vista do leitor.
Ciberpoema: São poemas construídos em meio digital, que suporta animações e permite, em muitos casos, a interação com a produção do autor e até a criação de novos textos.
É importante lembrar que da mesma forma que a internet oferece inúmeras possibilidades de busca de informações ela também esta repleta de conteúdos inadequados, mal formulados e até falsos/falsificados. Mais uma vez, cabe a escola e ao professor fazer parte dessa orientação dos alunos para que ele aprenda a filtrar por si só quais conteúdos e plataformas, de fato, irão agregar conhecimentos e valores à sua formação.





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